O Gaviões da Fiel Torcida manifesta sua indignação diante da tutela de urgência que suspendeu a Assembleia Geral de Associados do Sport Club Corinthians Paulista, agendada para o próximo dia 20. Essa decisão representa um ataque frontal à democracia e à vontade legítima dos associados, que lutam por uma reforma estatutária urgente, necessária e há muito esperada.
É preciso dar nome aos responsáveis por esse retrocesso: os desembargadores Ademir Benedito e Guilherme Strenger, e o advogado Alexandre Husni. Por artifícios jurídicos, tentam perpetuar um sistema falido que há décadas coloca interesses pessoais acima do Corinthians. Não é a primeira vez que esses mesmos três conselheiros vitalícios já votaram contra os interesses da Nação Corinthiana. A postura se repete: blindagem de privilégios, conivência com o passado e resistência a qualquer avanço que reduza o poder que acumulam há décadas.
As consequências são gravíssimas e vão além do campo democrático. Com o bloqueio à reforma estatutária, os fiéis torcedores provavelmente não poderão votar na eleição para presidente em 2026. Esse bloqueio também impede novos sócios fiéis torcedores, impacto financeiro direto para um clube que já não tem dinheiro para pagar os salários do mês.
O Corinthians não pode ser refém de conselheiros vitalícios que se colocam acima do povo. A maioria deles sequer participou das onze audiências públicas sobre a reforma. O Gaviões esteve em dez delas, ausente apenas em uma por retornar de caravana em Brasília após o título da Supercopa.
O Gaviões seguirá de forma imparável na luta por um Corinthians melhor. Nenhuma liminar, nenhum artifício e nenhum conselheiro vitalício será capaz de deter a vontade de 35 milhões de corinthianos. Este episódio reforça que cada corinthiano precisa participar da vida política do clube, porque quando o povo se omite, três pessoas decidem pelo destino de todos.
O Corinthians é do povo.
A Diretoria
Gaviões da Fiel Torcida